Protestos de caminhoneiros causam transtornos no Porto de Santos



O Porto de Santos, em São Paulo, está enfrentando transtornos nesses dias. São as consequências de um protesto de caminhoneiros e da dificuldade para escoar a safra que vai ser exportada.
Há três dias, um dos maiores terminais de contêineres do país está quase parado. O motivo é um protesto dos caminhoneiros. Eles se sentem prejudicados pela demora na hora de descarregar e querem receber pelo tempo em que ficam parados.
O protesto coincide com o início do escoamento da safra de grãos. Os caminhoneiros que não conseguem entrar no terminal ficam parados na estrada que dá acesso ao porto. E acabam formando uma fila dupla na estrada. A polícia rodoviária ameaça multar os infratores e os ânimos ficam exaltados.
Para tentar evitar o caos nos bairros próximos aos terminais, a prefeitura está controlando a entrada de caminhões no único acesso ao porto. O objetivo é impedir os terminais de receberem mais caminhões do que a capacidade.
“Aqui nós temos um representante de cada empresa passando informação para a empresa e contando os caminhões que vão para cada empresa e fazendo esse controle”, disse José Ribamar Brandão, diretor dos Portos do Guarujá.
Mas a fila na estrada não para de crescer. Até um pátio criado para receber os caminhões que ficam à espera do sinal verde para descarregar já está quase no limite da capacidade. O problema também se reflete no mar: o número de navios que vão levar a carga para o destino final também já começa a se multiplicar.
A Codesp, que administra o porto, declarou que tem tomado providências para eliminar os fatores que contribuem para o congestionamento. Mas ressalvou que não tem responsabilidade por problemas de acesso fora da área do porto.  http://s01.video.glbimg.com/x240/2433812.jpg


fonte: site jornal nacional

PEGAGIO EM MATOGROSSO DO SUL




 A instalação de pedágios nas rodovias federais de Mato Grosso do Sul vai encarecer em R$ 1 o frete de cada saca de soja escoada pelo Estado. A afirmação é do presidente do Sindicargas/MS (Sindicato dos Trabalhadores de Transportadores de Cargas e Similares de Mato Grosso do Sul), Roberto Sinai.
“Nossos produtos são primários e o pedágio vai significar muito alto para a nossa competitividade”, explicou Sinai. O dirigente questionou o valor pago em impostos CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), cobrado nos combustíveis, que deveriam ser aplicados na melhoria das rodovias.
“Já pagamos impostos para isso. Por que agora vamos entregar nas mãos da iniciativa privada?”, comentou.
A concessão das rodovias foi debatida em uma audiência pública nesta quarta-feira (23) em Campo Grande.


O descontentamento é compartilhado também por Josué da Cruz, da associação dos produtores da agricultura familiar que trabalham na Ceasa. Segundo ele, produtores rurais de Bandeirantes e que negociam seus produtos na Capital vão abandonar a atividade.
“Se o produtor tiver que pagar dois pedágios de R$ 28, fora o gasto que ele já tem, vai inviabilizar a produção, não vai compensar vender”, disse. Josué defende a cobrança de uma tarifa especial para esses consumidores.
Por outro lado, há que fique animado com a concessão dos 1.423,3 km das rodovias no Estado, como Guilherme Fonseca, que trabalha para uma empresa que vende suplementos para carretas e caminhões. “Com mais rodovias, o setor do transporte vai se desenvolver mais e vai precisar de mais caminhões”, comentou.
Outro positivo apresentado pelo representante comercial é que a frota vai se desgastar menos, já que nas condições atuais das rodovias eles têm vida útil de até 10 anos e com as melhorias ela pode subir para 15 anos.


Audiência apresentou detalhes da concessão de três rodovias no Estado. (Foto: Luciano Muta)Audiência apresentou detalhes da concessão de três rodovias no Estado. (Foto: Luciano Muta)
Conforme o projeto serão instaladas 16 praças de pedágio em Mato Grosso do Sul nos trechos de rodovia que cortam 29 municípios. A tarifa vai oscilar de R$ 4,80 a R$ 7,90, sendo que a vencedora será aquela concessionária que oferecer o menor preço.
Toda BR-163, de Mundo Novo a Sonora, será privatizada. Na BR-267, a concessão terá 249 km, de Nova Alvorada do Sul até a divisa com São Paulo. Já na BR-262, o trecho terá 326,8 km do entroncamento com a BR-163, na Capital, até Três Lagoas.
O gerente de Regulação e Outorga da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Érico Reis, explica que a instalação dos pontos de cobrança foi definida com base no perfil de tráfego e principalmente a não instalação em perímetros urbanos.

“É evitar que aquelas viagens curtas, em que a pessoa entra e logo sai da rodovia,sejam cobradas”, explicou.Segundo a ANTT, o estudo para a concessão levou quatro meses, período em que foi feita uma pesquisa de campo com investimento em tecnologia.
A empresa que vencer que vai administrar todos trechos do Estado por 25 anos terá de apresentar patrimônio de R$ 8 bilhões, faturando R$ 25 bilhões com a cobrança do pedágio durante todo período do contrato. Deverão ser investidos R$ 8,71 bilhões e o custo de operação estimado será de R$ 3,76 bilhões.
O cronograma de investimentos prevê 96 passagens, 25 passarelas, a implantação de vias marginais de travessias urbanas e contornos rodoviários em Mundo Novo, Eldorado, Caarapó, Dourados e Três Lagoas até o 5º ano de concessão.
O deputado Vander Loubet (PT) acompanhou a audiência pública e disse que este é o maior investimento no Estado nos próximos 10 anos, importante para o desenvolvimento da logística para escoamento da produção.
“Precisamos acompanhar as questões das passagens urbanas, como as ruas laterais rotatórias e preços”, 

acidente na br 163



Acidente ocorrido na br 163 sentido Campo Grande á Dourados Felismente o motorista desta carreta não morreu esta no hospital mas passa bem, vamos tomar cuidado nas rodovias galera isso não é brincadeira

BURACOS NA PISTA

A situação caótica que se encontra o trecho que divide os estados de Rondônia e Mato Grosso, na BR-174, próximo ao trevo do aeroporto, está gerando problema no transporte da soja até Vilhena. Devido aos buracos na rodovia alguns caminhoneiros resolveram agir por conta própria para tentar melhorar o tráfego no local.

De acordo com os motoristas não há condições de se trafegar pela estrada com caminhões carregados, pois os veículos precisam fazer várias manobras, além dos danos materiais que os buracos acabam causando.

Indignados os caminhoneiros esperam uma solução das autoridades responsáveis, caso não seja sanado o problema no prazo de dez dias cerca de quarenta caminhoneiros que transitam pelo local prometem juntar forças com os chacareiros que abastecem o município de Vilhena para fechar a rodovia.

“Essa rodovia gera impostos para nós caminhoneiros, temos empresa pequena e cada um arca com sua responsabilidade, resta ao órgão responsável cumprir com a sua”, disse o caminhoneiro Wanderley Fernandes Trindade.

Com as carrocerias carregadas de terra, os motoristas tamparam os buracos e fizeram um paleativo, à espera de uma ação do Dnit.
Fonte: Extra de Rondonia

Caminhoneiros ameaçam fechar divisa de MT; carretas estão retidas

Vinte e três carreteiros estão retidos há seis dias no posto fiscal de Barra do Garças, na divisa de Mato Grosso e Goiás, por falta de documentação da transportadora que os contratou e estão ameaçando fechar a ponte do rio Garças na divisa com Goiás.


Um caminhoneiro explicou que a Transportadora Transval de Primavera do Leste os contratou para levar milho para Araguari-MG e quando chegaram na fiscalização em Barra ficaram sabendo que tinham que trocar a nota e por isso ficaram retidos. Já são mais de 130 horas parados.

A empresa providenciou a troca da nota, mas segundo os carreteiros, não quer pagar a despesa referente às diárias dos motoristas pelo tempo que ficaram parados em torno de R$ 30 mil. “Nós estamos no prejuízo porque a empresa não quer pagar os honorários e corremos risco de sermos parados novamente lá na frente”, completou.


Na manhã desta terça-feira (22) os carreteiros chamaram a imprensa de Barra para explicar a situação e alertar sobre a intenção de fechar as pontes. A medida pode parar a maior cidade do Araguaia com 55 mil habitantes. A transportadora tem um representante em Barra do Garças que não quis comentar o assunto no momento.


As carretas estão paradas no Posto Dracenão na saída de Barra para Cuiabá. A carga de milho está vindo de uma fazenda no município de Campo Novo, interior de MT.


SITE DO MANINHO ACESSÓRIOS


NOVO CARGA EXTRA PESADO

Ainda não é o lançamento oficial, mas a Ford já adianta seu primeiro caminhão extra-pesado no Brasil, em apresentação simultânea com a Turquia, que também fabricará o veículo. Com cabine projetada no centro de estilo da Ford em Camaçari/BA, o Novo Cargo extra-pesado terá maior espaço interno para condutor, ajudante e espaço para pernoite. A capacidade de carga é de até 56 toneladas.A Ford não revelou ainda dados técnicos e de desempenho do novo caminhão, mas é provável que o motor Cummins entregue potências entre 360 cv e 500 cv, concorrendo melhor com os demais caminhões do segmento. O modelo das fotos é o 2842, com 420 cv.